Blahnik Movie: Minha trilha sonora favorita

Esse mês as Discípulas de Carrie tem como tema Dancing with Carrie e todos os posts estão relacionados com música. Por aqui começo com o Blahnik Movie, que propõe trazer minha trilha sonora favorita, de filme ou série. 5th0kv3uozkdcQuem lê esse blog desde o começo sabe que eu sou aloka da trilha sonora da Disney. Então vou ignorar essa parte e, como acho impossível escolher uma trilha sonora favorita, vou falar da primeira série e do primeiro filme que me vieram a mente.

Então, série. Já falei aqui que My Mad Fat Diary me prendeu, dentre outros motivos, pela trilha sonora. Foi uma das séries que vi e corri pro Spotify. Rae, personagem principal, tem uma relação muito forte com a música, que termina tendo bastante destaque na série. Pra completar, a trilha é formada por bandas e músicas que fizeram parte da minha adolescência, ou seja, rola uma sessão nostalgia por aqui.

Temos Radiohead, Oasis, The Cure, Beck, Blur, Counting Crows, Placebo, Portishead, Alanis, Rage, Massive Atack e tem bem mais, mas acho que essa pequena descrição tá suficiente, né?!1mf

O último filme que corri para a trilha sonora quando saí do cinema foi Como eu era antes de você. Achei insuficiente o que sofri com o livro, depois com o filme, quis prolongar um tanto ouvindo as músicas no repeat. As minhas preferidas são Not today e Don’t forget about me, porque sofrimento pouco é bobagem.

Sei que a ideia inicial era Dancing with Carrie, mas bem, deixo minhas sugestões para chorar com Carrie. :B

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2 anos de CLBS

Voltei. Minha última aparição foi mais de quatro meses atrás, eu sei. Sou dessas que some e reaparece mesmo, desculpa. Mas, bem, tenho várias explicações. A primeira e mais importante: estava estudando loucamente. As demais envolvem os seguintes fatos: nesses meus quase 5 meses de sumiço eu fiz o 10º período de Psicologia, atendi meus pacientes, estudei feito doida, realizei uma pesquisa que virou meu TCC, defendi e fui aprovada com nota máxima. :B

Além disso, vi umas séries. To completamente viciada em The Blacklist (é a minha queridinha da vez), finalizei Penny Dreadful com muito sofrimento, to morrendo em dia com Game of Thrones, curtindo Orphan Black e atrasando Outlander, porque comecei a achar chatinha. yayomg-we-bare-bears-gif-computer

Vi uns filmes também. Gostei muito de Mogli e, de forma muito previsível, chorei com Como eu era antes de você. Li uns livros, poucos, mas li. Terminei Um mais um, depois passei pra Não se apega, não, seguido por A mágica da arrumação e agora estou na metade dO dia do Curinga.

Para fechar meu sumiço com chave de ouro, fui abraçada com fervor pela chikungunya e, ó, não desejo esse abraço pra ninguém.

Resumindo meu desaparecimento: me formei. Agora falta só colar grau pra ser oficialmente psicóloga. A última vez que sentei na frente desse computador pra escrever, foi pra finalizar meu TCC, então vejam bem a importância desse post.

Ah! Tem mais. Voltei pra dizer que não vou sumir de novo, pelo menos não automaticamente, e também pra contar que hoje o blog comemora 2 anos de existência. Grata aos que continuam por aqui. :*tumblr_inline_o28uplehek1twd82w_500

Série Blahnik: Maratona de Carnaval

Quem vai cair na folia e curtir o carnaval como se não houvesse amanhã? 😀 Não sei. Eu vou ficar aqui quietinha, estudando, lendo um pouquinho e, claro, vendo uns episódios de série porque eu mereço.

Pensando em pessoas como eu, as Discípulas de Carrie lançaram a proposta “Uma série pra maratonar enquanto não viro Rainha da Bateria” e aqui estou para cumprir meu papel de indicadora oficial de séries para tod@s @s mig@s.

Na hora de começar uma nova série, meu bom senso passa beeeem longe. Sou daquelas que vê uma temporada em um dia, fácil fácil. E foi esse o pré-requisito que usei: séries viciantes pra assistir de uma vez.yayomg-we-bare-bears-gif-computer1. Sense8
Falei sobre ela aqui. A primeira temporada tem 12 episódios. Adianto que a série pega mesmo a partir do 5º. Assisti em dois dias (mas se começar de manhã, dá pra ver em um dia – eu, aloka -) e o carnaval tem 5. Ainda sobre tempo pra próxima série.tumblr_nyk8qxgvu61so0u6lo1_400 2. How to get away with murder
Entrega o coração e vai sem medo. É daquelas séries que viciam desde o primeiro episódio. Até agora são duas temporadas, somando 24 episódios. Aproveita a chance e se entrega logo, porque ela já tá voltando! o/tumblr_nckuegogro1r8jjn6o1_5003. Penny Dreadful
Duas temporadas, somando 18 episódios, com alguns dos personagens mais incríveis que já vi. Gente, O QUE É VANESSA? ❤ Melhor personagem da vida. tumblr_ni6iloibh91tp1oeqo1_500

Como estou atualizada nessas três, vou passar o carnaval com Demolidor. E vocês? Qual a boa do feriado?

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My Mad Fat Diary

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Rae Earl tem 16 anos e acaba de sair de um hospital psiquiátrico. No caminho de volta para a casa de sua mãe, em Lincolnshire, Rae encontra Chloe – uma antiga amiga – que acabou de entrar para um novo grupo e a convida para encontrá-los no bar. É aí que Rae conhece a turma e a história começa a acontecer.

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Os personagens são incríveis, porque estão todos longe da perfeição. No hospital, Rae tem dois amigos, Tix e Dany, ambos ótimos (Tix ganhou meu coração & lágrimas). Na turma, meus queridinhas foram Archie ❤ e Finn ❤ (e Finn e Finn e Finn), também gostei de Izzy, ri muito com Chop e, apesar de ter muito abuso da Chloe algumas vezes, gostei dela também.

Meus queridinhos:

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Tix ❤ jogando umas verdades na cara de Rae.
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Archie ❤
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❤ Finn ❤

My Mad Fat Diary se passa na década de 1990 e mostra a rotina de Rae, uma adolescente obesa, que se considera louca, mas na verdade é só louca por música e por garotos, escreve tudo no seu diário e tem grandes dificuldades em se aceitar. Rae não se sente à vontade consigo, nem com o mundo, tem grandes problemas com a mãe e uma relação difícil com seu terapeuta, Dr. Kester (que está longe da “normalidade”, mas é incrível). Durante todas as sessões de Rae com Kester fiquei pensando o que eu faria como terapeuta, porque infelizmente o problema de Rae é mais comum do que parece.

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Mas daí as coisas realmente começam a acontecer e – eu estou me controlando muito para não dar nenhum spoiler – só posso dizer que é incrível! É maravilhoso acompanhar a evolução da trama, dos personagens e especialmente a evolução de Rae.

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Embora os assuntos tratados na série sejam super sérios, eu dei muitas, muitas, MUITAS risadas! Além dos personagens e da história, duas coisas chamaram bastante minha atenção:
1. a trilha sonora com Oasis, Radiohead, Massive Atack, Blur, Portishead, dentre outras maravilhas da década de 90;
2. as cenas com desenhos.

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Deixa eu só dar mais uma ênfase ao assunto: My Mad Fat Diary é a série com a melhor trilha sonora da história. As músicas foram me ganhando desde o primeiro episódio, mas depois que tocou Glory Box, não havia mais nada a ser dito. Melhor trilha sonora pra sempre e isso não é discutível.

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My Mad Fat Diary foi lançada em 2013 e tem uma linguagem BEM adolescente, tratando de um assunto BEM sério. Foram ao ar 3 temporadas, somando 16 episódios, cada um com uma média de 45 minutos. A série foi encerrada em 2015 e, pra mim, não ficou devendo nada, só deixou saudade.

MMFD

 

Gilmore Girls #2

Netflix, eu te amo! Seria um ótimo nome para esse post. Foi minha segunda opção, mas preferi deixar mais óbvio o real assunto que me traz aqui.

Quem visita isso aqui ou me conhece sem conhecer o blog, sabe que eu sou LOUCA por Gilmore Girls. Está facilmente entre as minha séries preferidas, com grandes chances de ser A grande escolhida no meu coração.Há algumas semanas terminei de assistir a última temporada de Gilmore Girls. Fiquei orfã. Foi um ciclo que começou na minha adolescência e depois de tantos anos se fechou. Comecei a assistir GG em 2005 (lá se vão 10 anos, gent), mas fiquei no meio do caminho e esse ano resolvi voltar ao primeiro episódio e ver tudo bonitinho, como um bom viciado em série deve fazer.

Depois que terminei a 7ª temporada de Gilmore Girls… fiquei orfã.Embora tenha sido adotada por outra série maravilhosa – How To Get Away With Murder (assunto para outro post) -, continuei com meu vazio existencial de fins de séries incríveis (que não foram cagadas no meio do caminho, amém!). Daí ontem (chegamos ao motivo desse post) a Kaka linda do Eu Suspiro me manda esse link também lindo, que me conta que a Netflix está negociando a produção de 4 novos episódios de Gilmore Girls, com 90 minutos cada. Meu coração já está fazendo turuturuturu e o dia 19 acaba de ser eleito o mais lindo do meu mês (porque tive outra notícia maravilinda, nesse mesmo nível).Só queria compartilhar essa notícia maravilhosa com vocês e agora vou tomar um café pra comemorar que em breve (por favor, Netflix, não me decepcione) voltarei a tomar cafés com Lorelai e Rory. ❤

Sense8

Minha história com Sense8 começou no momento em que eu vi esse vídeo da Jout Jout. Por que eu não to fazendo as coisas que eu tinha que fazer? Provavelmente porque eu me disse que ia ver um episódio de alguma série e terminei vendo uma temporada inteira.

Minhas aulas voltam hoje e agora estou oficialmente no último ano, tenho um TCC pra fazer e uma prova de mestrado também, além dos atendimentos, supervisão e as disciplinas normais (se eu desaparecer – muito possível – já sabem o que foi). Então tive o bom senso de dizer pra mim mesma “sem séries novas até terminar tudo isso, tá bom? Então tá bom“. Tive o bom senso de dizer, mas não de seguir, porque no dia em que vi o vídeo da Jout Jout, baixei os 5 primeiros episódios de Sense8. Amor próprio? Não trabalhamos.Acho difícil explicar Sense8, mas basicamente existem 8 pessoas – sensates – que passam a ter suas consciências “compartilhadas” entre si, dividindo sensações e habilidades, meio telepatas. Mas a série vai além disso, retratando as histórias de pessoas totalmente diferentes, espalhadas por diferentes países, falando línguas diferentes, com culturas, habilidades e problemas diferentes. Obviamente os problemas da vida não são suficientes e existe uma corporação caçando-os e tentando matá-los. 
Eu assisti os 12 episódios da primeira temporada em dois dias e adianto que o primeiro episódio é estranho, quando ele termina você tá meio (ou muito) perdido. Acho que o primeiro serve basicamente pra apresentar os personagens e leva mais de uma hora pra isso (vejam, muitas histórias). A série foi me ganhando gradualmente e no 5º episódio eu estava totalmente viciada. A série foi criada pelos irmãos Wachowski (sim, os de Matrix) e já merece créditos gratuitos por isso. Misturando ficção científica, drama e romance, Sense8 já teve sua segunda temporada confirmada e para entender melhor tudo que eu me enrolei pra explicar, assiste ao trailer aqui. (;

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Gilmore Girls

Eu assistia Gilmore Girls na adolescência. Acompanhei por um tempo, mas comecei a perder um episódio e outro e outro e PAN, parei. Daí que um tempo atrás, não sei porque, fiquei curiosa pra saber os detalhes que eu tinha perdido, me deu saudade e eu decidi começar do zero e ver a série toda de novo.

Acabei de terminar a 3ª temporada e, gente, quero que dure pra sempre. Eu to completamente viciada apaixonada e cada hora livre do meu dia é destinada a um episódio. Nível de vício: atrasei Outlander e GOT (mas vou resolver isso, já que a 4ª temporada ainda está baixando).

Gilmore Girls recebeu a terrível tradução “Tal mãe, tal filha”, mas isso será ignorado por aqui. A série mostra o dia a dia de Lorelai Gilmore e da sua filha, Rory, que moram na pequena cidade Stars Hollow. Lorelai teve Rory aos 16 anos e isso causou uma mudança imensurável na sua vida. Filha de pais extremamente tradicionais, Lorelai resolveu não casar com o namorado, não ir pra faculdade e ainda saiu de casa com o bebê nos braços, o que levou a um agravamento na sua –  já não tão boa – relação com seus pais.

                                                            Eu aprecio, Emily! o/

Lorelai é engraçada, trabalha numa pousada e é totalmente viciada em café. Rory é super responsável, está estudando loucamente para entrar em Harvard, não vive sem livros e herdou o vício em café da mãe. A relação entre as duas é incrível, os diálogos são extremamente divertidos e eu tenho diversos momentos de grande identificação, principalmente com Lorelai.

É fácil se apegar aos demais personagens como Sookie, Luke, Richard, Emily, Lane, Michel, Cristopher, Dean (♥) e até Paris e Jess. Não quero falar muito mais pra não soltar nenhum spoiler.

Gilmore Girls é uma série leve, divertida e emocionante. Pra provar que não sou a única a pensar desse jeito, mesmo a série tendo sido encerrada em 2007, após sua 7ª temporada, fala-se sobre a possibilidade de uma 8ª que, obviamente, já quero!

Nota: ♥♥♥♥♥

Adeus Revenge

Revenge acabou já tem um tempinho, mas não tinha conseguido parar ainda para dar esse adeus.

Eu tinha falado por aqui tempos atrás o final dos meus sonhos: David Clarke dava um pé em Victoria (ou ela morria) e encontrava uma bonitona bem legal, Emily e Daniel voltavam e a série acabava assim, linda e feliz, com todos satisfeitos. Claro que as coisas não foram simples assim, mas eu acertei uns 50% dos acontecimentos.

Acontece que Revenge já tinha virado novela mexicana e eu já estava chamando Amanda Clarke de Emily Bracho, porque, né? Mereceu. Visto que tenho um trauma com séries boas com finais ruins, eu estava torcendo MUITO pra série acabar logo e ter um final decente pra chamar de seu.

Apesar das opiniões sobre o final da série divergirem, particularmente, gostei. A season finale foi cheia de altos e baixos e chegou num ponto em que as coisas estavam andando tão ruins, que estava esperando bem menos. Fiquei triste por David ter morrido, mas em compensação tive a morte de Victoria. Tudo bem. Empate. Até porque antes de David morrer teve o momento emoção com Jack pedindo a mão de Emily. ❤

Depois da morte de Aiden e Daniel, Amanda tinha que ficar com Jack. Era isso, não tinha outra opção. Quando ela começou a se enrolar com aquele policial chuchu fiquei com um medinho que estragassem tudo deixando-a com ele no final, mas deu tudo certo. Amanda e Jack, casados e felizes para sempre.

É possível sim, miga! 😉

Só teve uma coisa que eu realmente não gostei: o fim de Nolan. Meu queridinho sofreu por amor a série inteira e terminou só. Achei triste, achei chato, achei que ele merecia um amor pra chamar de seu.

Então é isso. Adeus, Revenge. Foi bom enquanto durou, mas nosso adeus foi essencial.

Ah, sobre a cena final: Vocês acham que Amanda recebeu mesmo o coração de Victoria?

In Treatment

Conheci a série In Treatment há dois anos numa aula de Psicanálise. A professora queria que assistíssemos a uma das sessões e discutíssemos sobre ela. Acontece que depois de ver a primeira sessão de Sophie, eu não aguentei e vi todas as outras no mesmo dia. É, comecei toda errada, sem respeitar sequência, nem nada.

In Treatment é uma adaptação americana da israelense BeTipul, que também teve uma adaptação brasileira, Sessão de terapia.

Na versão americana, Paul Weston é um terapeuta e a série traz as sessões semanais dos seus pacientes. Na primeira temporada acompanhamos as sessões de Sophie, Alex, Laura e do casal Amy e Jake, além das sessões de Paul com sua terapeuta Gina (que pra mim são as mais interessantes). Além desses personagens, temos a família de Paul, sua mulher e três filhos.

Como eu já disse, depois da primeira sessão, não consegui mais parar, mas depois de ver todas as sessões de Sophie, comecei de novo, e assisti todos os episódios na ordem (assistam na ordem, é importante). Cada episódio tem entre 20 e 30 minutos de duração e eu termino me perguntando a mesma coisa que me pergunto na clínica: Como pode tão pouco tempo render tanto? A carga de informações, análises e descobertas em cada sessão é enorme e eu como estudante de psicologia mal consigo piscar os olhos.

Acontece que quando comecei a segunda temporada tive problemas com internet e tive que ficar adiando os próximos episódios, até que se passaram dois anos e txaram voltei pra maratona.

Passei o feriado assistindo a segunda temporada de In Treatment e GENTE, demais, viu?! Acho até que superou a primeira. April, Oliver, Walter e Mia são os pacientes, Paul continua fazendo terapia com Gina e as sessões estão ainda mais incríveis, ricas em conteúdo e emocionantes.

Comecei a terceira temporada e estou com muitas expectativas, mas não vou dizer porque pra não dar spoiler do final da segunda temporada. Sério, assistam! Vale muito!

In Treatment foi lançada em 2008 e finalizada em 2010. Foram três temporadas que somaram 106 episódios, 43 na primeira temporada, 35 na segunda e 28 na terceira. A série retrata muito bem as sessões de terapia e eu quero ser que nem Paul (ou Gina) quando eu crescer me formar.

Nota: ♥♥♥♥♥

Outlander

Depois de semanas com o primeiro episódio de Outlander olhando pra mim aqui no computador, decidi que era hora de abrir meu coraçãozinho para ele e perder o medo do vício iminente.outlanderOutlander estreou em agosto do ano passado e eu só tinha ouvido coisas boas sobre ela. A série é narrada pela inglesa Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira que em 1945, após o fim da Segunda Guerra Mundial, viaja para a Escócia com o marido Frank (Tobias Menzies) para uma “lua de mel”, na verdade, uma tentativa de reaproximação/reconhecimento depois de 5 anos separados pela guerra. Durante a viagem, Claire volta no tempo, e se descobre sozinha, no mesmo lugar, mas no ano de 1743, no meio de uma guerra.

Em busca do marido, Claire encontra o antepassado dele, Capitão Black Jack Randall – que poderia ser definido como um dos seres humanos mais detestáveis da história -. Fugindo do Capitão Randall, ela é encontrada pelo clã escocês MacKenzie, conhece Jamie Fraser (Sam Heughan) e as coisas começam a acontecer.

O primeiro episódio, Sassenach, é ok, nada demais. Depois dele eu comecei a desconfiar levemente de tudo que tinham me falado. Daí fui assistindo aos episódios de forma despretensiosa e… ok. Achei todos “ok”, mas já falei que sou curiosa e não consegui simplesmente deixar pra lá. Sorte a minha, viu? Porque ao final do sexto episódio eu estava apaixonada por Jamie Outlander.

No sétimo episódio, The Wedding, eu morri umas três vezes e decidi que nunca, jamais abandonarei Outlander, que já é a minha queridinha, ao lado de Revenge. Daí o oitavo episódio acabou e eu to aqui sofrendo, porque não sei como vou passar tanto tempo sem Jamie. Vale salientar que assisti os oito episódios, cada um com mais de 50 minutos, em 3 dias e aconselho: não façam isso, porque depois vem a crise de abstinência.

A série é baseada em A Viajante do Tempo de Diana Gabaldon, produzida pelo canal Starz e a primeira temporada conta com 16 episódios, mas até agora só 8 foram ao ar e os demais vão ser exibidos a partir do dia 4 de Abril. A segunda temporada já está confirmada e prevista para Agosto. Você pode conferir o trailer aqui.

5Nota: 5 baldinhos de pipoca