adeus, 101. olá, 602.

Sou nostálgica. Me apego, sinto os extremos, me entrego. Abro ou não abro, não consegui encontrar o meio do caminho – nem sei se quero –, por isso, quem entra na minha vida tem livre acesso, me tem por inteira. Gasto sentimento com gosto. Escolher vir pra São Paulo foi natural, fácil. Me despedir da minha casa, do 101, foi das coisas mais difíceis que deveria ter feito na vida, mas de tão difícil, não fiz. O terraço ficou com a rede pendurada, a rede que me acompanhou em tantos cafés, me abraçou ao nascer e por do sol tantas vezes, me acolheu olhando as estrelas… o terraço que recebeu tanta gente querida, aguentou tantas cervejas e ouviu tantas histórias que ninguém mais pode ouvir… O terraço ficou com a rede pendurada e eu não consegui me despedir, porque foi olhando pra eles que entendi que aquele ciclo fechou. adeus, 101. Dia 3 de fevereiro de 2018 eu descobri que não sei me despedir. Não soube me despedir da amora amiga, dele, da minha casa ou da família. Eu sendo eu.

E aí eu cheguei. Meia hora antes do previsto São Paulo me recebeu aquecendo o coração, com minha Lu indo me mostrar que não tem solidão nesse novo ciclo, que tem amor em SP e que agora ela vai escolher meus cafés pessoalmente, não mais por whatsapp. Claro que ali mesmo, no aeroporto de Congonhas, tomamos o primeiro café e em seguida… olá, 602.

7 dias passaram. Já tomei uma quantidade infinita de cafés, já dividi cama, já recebi meu colchão – que tá no chão porque a cama ainda demora 10 dias pra chegar -, já comi macarrão com colher de pau, já tomei uma quantidade incontável de cervejas, já tive uma ressaca daquelas, já recebi visitas, já ganhei queijo e vinho, já teve jantar em família, já estou viciada em pão italiano com abacate e limão, já conheci lugares novos, já revisitei antigos, já chorei, já ri, já senti tanta saudade que tudo doeu, já mandei aquelas mensagens e já controlei aquelas mensagens também. Divido o apartamento com uma das pessoas mais fofas e good vibes que conheço, que sorte a minha. Já dividimos abraços, cama, lamentos, raivas, sorrisos, lágrimas, comidas, tpm e cervejas… e só passaram 7 dias.

O caminhão com a minha mudança ainda demora uns dias pra chegar, a casa tá quase vazia de móveis, mas tem tanto afeto e certezas que preenchem tudo. Cada dia minhas energias chegam mais onde meu corpo está. Deixar ir, deixar vir. Eu morro de saudade, transbordo de amor, sou assim… mas eu to aqui e São Paulo começa a virar lar.Processed with VSCO with b5 preset

2017

Esse ano eu me redescobri, me recriei. Nesse ciclo me [re]conheci, como ser humano, como psicóloga, estudante, filha, irmã, amiga, mulher. Eu errei, muitas e repetidas vezes, comigo e com o outro. Eu sofri, pra caralho. Eu sorri até ter cãibra na bochecha. Eu chorei até não conseguir mais respirar. Eu gargalhei até não conseguir mais respirar também. Foi bom perder o ar e reaprender a respirar. Teve muito exercício de bioenergética pra isso, teve yoga, meditação, reiki, dança, praia e pôr do sol também. Em 2017 eu dei meu primeiro passo em direção a outra cidade, comecei um curso com o qual sonhei por 5 anos, mudei prioridades, mudei desejos, abdiquei de sonhos, sonhei mais, desconectei e reconectei com minha cidade, reaprendi a amar cada detalhe daqui. Meus 28 me trouxeram muita gente nova, muita gente boa, muita gente de alma bonita, muita gente que me acolheu na vida com carinho e peito aberto. Esse ano me trouxe de volta, pra isso precisei mudar todo meu corpo, minha alimentação, minhas prioridades, minhas certezas, meus acordos, meu lugar. Esse ano eu reencontrei uma adolescente chata e sem noção da qual achei ter me livrado mais de 10 anos atrás, mas precisei desse reencontro e sou grata, porque eu quebrei a cara como toda boa adolescente, mas eu aprendi e amadureci como uma mulher de ~quase~ 29. Esse ano eu me permiti. Esse ano me permitiram. Esse ano eu desfiz vínculos, alguns sem querer, outros por ser necessário. Esse ano eu criei vínculos, alguns dos mais lindos. Esse ano eu aprendi a pedir, aprendi que não preciso dar conta de tudo sempre, aprendi que tudo bem não estar tubo bem. Esse foi o ano que mais viajei em toda minha vida, esse ano eu decidi me mudar. 2018 me leva pro outro lado do país, São Paulo vira lar.

Esse foi o ano em que passei mais tempo no céu e me senti feito nuvem. Esse foi o ano em que mais abracei e fui abraçada. Esse foi o ano em que mais recebi mãos estendidas. Esse foi o ano em que mais recebi carinho gratuito.

Esse ano eu entendi que o que eu quero pra vida é fazer tudo com intenção de afeto, é sempre com intenção de afeto.

sozinha com 3 milhões de pessoas

Quem me conhece bem, sabe que eu não tenho problema nenhum em ficar só. Pra ser bem sincera, gosto muito. Me deixe com um livro, ou só com uma boa playlist, ou com a Netflix, ou só com meus pensamentos mesmo. Me viro bem, sempre, muito bem. Porém essa informação não é válida quando o assunto envolve saídas. Festas, shows, restaurantes, bares, teatro… eu quase nunca vou só. Não sei o porquê, mas não gosto. Se não tenho companhia, acabo desistindo. Não foi sempre assim, mas de uns anos pra cá aconteceu.

E aí que eu fui passar férias em São Paulo (como disse no post anterior), e surgiu a maravilhosa informação que ia rolar a Parada LGBT durante a minha estadia. VOU! Meu irmão estava comigo e já o deixei avisado: Parada LGBT, domingo, dia 18, vamos. E aí que chegou o domingo. Eu estava super animada, curiosa e repetindo que ia morrer de dançar com Anitta, enquanto meu irmão queria ‘dar uma passada’. Vou só. Nem eu acreditei no que eu tava dizendo, a pessoa que não vai sozinha pra um show com 50 pessoas, vai fazer o que no meio de não sei quantos milhões, Juliana? Sem conseguir responder, pedi pros meninos me deixarem no metrô e fui. Foi assim que eu fui sozinha-com-3-milhões-de-pessoas pra 21ª Parada do Orgulho LGBT de SP.

Dá o play.

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Chegar na parada foi super tranquilo, apesar do metrô absurdamente cheio. Entrar no metrô já foi sensacional, as pessoas brilhando, sorrindo, cantando, brincando… descer do metrô foi surreal! Era TANTA gente na mesma energia que, quando faltava um degrau pra chegar na Av. Paulista, desceu uma lagriminha contida. Fiquei muito emocionada sentindo aquela energia toda.

Fui caminhando até o Conjunto Nacional, os trios estavam saindo do MASP e preferi ficar por perto, mas num lugar mais ‘confortável’. Depois de uns 10 minutos quietinha e só olhando os trios, aderi ao “não sou daqui, não vim pra ficar” e me soltei. Comecei a dançar de tudo. Teve funk até o chão, teve axé, teve sertanejo, teve Xuxa, teve Sandy e Jr… teve de tudo. Teve até Doritos Rainbow.

Dancei funk com um grupo de caras incríveis, que nem cheguei a descobrir o nome, mas que ‘conheci’ por pegarem meu cabelo pra testar como ficaria neles (é. meu cabelo é comprido e tava num rabo de cavalo… quando virei pra trás eles estavam segurando meu cabelo e testando na cabeça deles. Por que não, né?). Ganhei um monte de sorrisos, companhia pra funk e um abraço maravilhoso na despedida. Pulei ao som de ‘vamo pular‘ de Sandy e Junior, e pulei abraçada com uma pessoa que simplesmente sorriu pra mim e me abraçou pra pularmos juntos. Depois cantamos ‘ilariê‘ um pro outro e sorrimos nos despedindo. Vi artistas que gosto, como Tulipa Ruiz cantando Efêmera e dançando com Leandra Leal no carro das Divinas Divas (que eu to louca pra assistir). Tinham trios lindos, como o da UBER, que teve Anitta – que era o show que eu realmente queria ver e terminou sendo a única atração que não vi.

Para bons viciados em Sense8 – como eu – teve o ápice, quando um dos carros tocou What’s up e eu me senti naquela cena maravilhosa em que eles estavam na Parada do ano passado. Todas as pessoas começaram a pular e cantar loucamente, foi lindo, gente, lindo! Fico emocionada só de lembrar. QUE DIA!

Como eu tava ali e não queria ir embora nunca mais, decidi seguir os trios até o final. Teve um momento louco em que tinha tanta gente que, quando um dos trios parou, as pessoas tentaram parar e as que vinham atrás continuaram andando, o que fez as pessoas da frente começarem a cair… mas isso foi rápido, logo as pessoas se organizaram e o susto passou. Eu não vi nenhuma briga, nenhuma confusão.

Nunca vi tanta gente brilhando, tanta gente sorrindo, tanta gente dançando, nunca vi tanta gente bonita reunida. Foi uma daquelas experiências que me deixam sorrindo boba quando lembro e pensando “que dia lindo!“. Sou grata por ter tido a chance de viver isso. Senti falta de algumas pessoas queridas que teriam amado estar ali tanto quanto eu, mas fui grata por poder viver tudo aquilo, por poder sentir tudo aquilo.

E aí, quando acabou, voltei todo o – longo – percurso andando, sorrindo sozinha e pensando: como a vida nos traz um monte de surpresas lindas quando a gente se permite ser, sentir e viver. Me sentia plena.

olá, Recife

Final da semana passada resolvi dar um pulo em Recife. Quem me conhece, sabe que não sou a maior entusiasta da cidade, mas tava devendo essa visita para uma das minhas melhores amigas há mais de três anos. 2017 chegou bonito, resolvi começar diferente e colocar em prática tudo que parei de planejar por nunca cumprir.

sexta

Mochila pronta, tanque cheio, playlist no spotify, marido com o gps ligado. tchau, João Pessoa. olá, Recife.

Na sexta à noite fomos ao BELELEU, hamburgueria aparentemente nova por lá. O ambiente é bem legal e meu burguer, o Classic, veio muito digno. Na nossa mesa também provaram o Darth Vader, o Beleleu e o Le Brie, todos aprovados. Mas o destaque da noite foi a sobremesa, um hambúrguer doce de morango com leite condensado, no pão de sonho, coberto com chocolate quente, acompanhado por uma bola de sorvete com calda de morango.beleleuum minuto de silêncio para essa lembrança. gente, sério. coisa maravilhosa, viu?! Vale cada mordida ou caloria, para os mais preocupados. Vale salientar que as 4 pessoas da mesa dividiram a sobremesa, porque os hambúrgueres são bem servidos e a sobremesa era só gula mesmo (invistam nessa gula).

sábado

Daí o sábado começou no Galo Padeiro. Chegamos, enfrentamos uma meia hora de fila ~de boa~, porque depois de ver um pão aioli com ovos e bacon, meu estômago já tinha decidido que não ia embora sem – e tava bem bom. Comemos também um folhado de morango, croissant, panqueca com mel e bananas, madeleine de maçã, suco de laranja e uma pizza romana (acho que era esse o nome), tudo delis. A coisa mais fraquinha de lá foi o café, não que seja ruim, só fraco mesmo.

Próxima parada foi o Rio Mar, onde provei um dos melhores sorvetes de morango da minha vida, da Romeo Giulietta.

Quando a fome chegou de novo, fomos “almoçar” no Lalá café e loja afetiva, dentre todos, o lugar que eu estava mais curiosa pra conhecer. O lugar é lindo, tudo é pensado com muito carinho, nos mínimos detalhes e o atendimento foi ótimo. img_2994Comi um sanduíche de pernil que tava muito bom e um brownie com cobertura de brigadeiro mole que nem vou comentar, sério. O que mais chama atenção no Lalá, além do ambiente todo lindinho, são os detalhes, como flores de verdade na mesa, sobremesas em formato de coração e o saquinho que vem com os talheres.lala

domingo

Passamos no Orgânico 22 para comprar o pão com fermentação natural e granola deles, sobre os quais tinha ouvido muito a respeito pela amiga que nos hospedou. Ambos aprovados também. Passeamos na Livraria Cultura e saí de lá com Um lugar na janela de Martha Medeiros, que já estou terminando.img_2940Seguimos para o Marco Zero pra almoçar admirando o dia absurdamente bonito que estava fazendo. Almoçamos no Rock & Ribs, uma steak house que não chega nem aos pés do Outback. Não que a comida estivesse exatamente ruim, mas o preço não era compatível àquelas salgadas batatas fritas em óleo velho. Ficamos satisfeitos com a vista.

Pra fechar a viagem, demos uma rápida passada no Sansa para provar a Citrus Crunch, uma sobremesa feita com creme de limão, sorvete de iogurte, calda de frutas vermelhas e uma farofa especial. Eu que sou a louca do limão, achei sensacional. Comeria todos os dias sem reclamar.

Fechando essa viagem delícia, pegamos a estrada de volta acompanhados por um pôr do sol sensacional, mas eu tava dirigindo e deixei fotografado só na mente. (;

Tchau 2016

Esse ano foi louco. Tão louco que passei os últimos 4 meses sem dar as caras por aqui e só me dei conta disso agora. Foi um ano corrido, cheio de mudanças, cheio de dificuldades, cheio de aprendizado, cheio de dificuldades (de novo, porque foram muitas). Não foi à toa que sumi por 4 meses. Não dava pra aparecer e, quando dava, minha cabeça tava tão louca que não dava.

Mas ontem meus 27 acabaram e eu cheguei aos 28 – no dia 28 (devo soar boba, mas to achando isso o máximo, um dos pontos fortes de 2016 – veja a que ponto chegamos). Já considero que comecei um novo ciclo, mas tá bom de 2016 ir se juntar aos meus 27 para esse ciclo começar com força total.

Em 2016 li menos livros do que gostaria, mas foi ano de TCC, nem em sonho daria conta de todos os livros que tinha. Também vi menos filmes e séries do que o normal, mesma justificativa. Continuo firme tentando só comprar novos livros quando acabam os não lidos, mas tivemos Natal e aniversário e por isso meu número de não lidos aumentou consideravelmente (pessoas que presenteiam com livros, pessoas maravilhosas). Mas antes do ano acabar, vim listar meus queridinhos de 2016 – que foi louco, mas teve umas coisas bem incríveis -.

  • acontecimento: me tornei psicóloga.
  • viagem: Fernando de Noronha
  • série: Gilmore Girls
  • livros: O dia do curinga, A garota no trem, Não se apega, não, A mágica da arrumação
  • show: Ventre
  • filmes: Rogue One, Simplesmente acontece (aquela trilha sonora <3)
  • discos: Ventre e Remonta
  • blog: na nossa vida

Pra você que ainda aparece por aqui, feliz ano novo! Um 2017 menos louco, cheio de sorrisos, abraços, saúde, realizações, olhos brilhando e leveza pra alma.

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2 anos de CLBS

Voltei. Minha última aparição foi mais de quatro meses atrás, eu sei. Sou dessas que some e reaparece mesmo, desculpa. Mas, bem, tenho várias explicações. A primeira e mais importante: estava estudando loucamente. As demais envolvem os seguintes fatos: nesses meus quase 5 meses de sumiço eu fiz o 10º período de Psicologia, atendi meus pacientes, estudei feito doida, realizei uma pesquisa que virou meu TCC, defendi e fui aprovada com nota máxima. :B

Além disso, vi umas séries. To completamente viciada em The Blacklist (é a minha queridinha da vez), finalizei Penny Dreadful com muito sofrimento, to morrendo em dia com Game of Thrones, curtindo Orphan Black e atrasando Outlander, porque comecei a achar chatinha. yayomg-we-bare-bears-gif-computer

Vi uns filmes também. Gostei muito de Mogli e, de forma muito previsível, chorei com Como eu era antes de você. Li uns livros, poucos, mas li. Terminei Um mais um, depois passei pra Não se apega, não, seguido por A mágica da arrumação e agora estou na metade dO dia do Curinga.

Para fechar meu sumiço com chave de ouro, fui abraçada com fervor pela chikungunya e, ó, não desejo esse abraço pra ninguém.

Resumindo meu desaparecimento: me formei. Agora falta só colar grau pra ser oficialmente psicóloga. A última vez que sentei na frente desse computador pra escrever, foi pra finalizar meu TCC, então vejam bem a importância desse post.

Ah! Tem mais. Voltei pra dizer que não vou sumir de novo, pelo menos não automaticamente, e também pra contar que hoje o blog comemora 2 anos de existência. Grata aos que continuam por aqui. :*tumblr_inline_o28uplehek1twd82w_500

Tag: De tudo um pouco

A Bia do Digavando me indicou pra responder essa tag e cá estou (obrigada pela indicação, bonita!). E se você não aguenta mais ver tag por aqui, desculpa gent, é mais forte que eu.de tudo um poucoPerguntas:

Qual seu estilo musical preferido?
Normalmente eu respondo a mesma coisa: MPB. Até respondi isso na última tag que postei, mas sou um pouquinho eclética. No iTunes você vai achar desde Foo Fighters até Backstreet Boys, passando por Chico Buarque, Cícero, Kings of Convenience, Portishead, Los Hermanos, Lenine, Céu, Jack Johnson… Acho que posso dizer que meu estilo musical preferido é “calmaria”, com algumas exceções.

Qual peça de roupa é a sua queridinha do momento?
Eu sou bem básica e aqui em João Pessoa faz muito calor, então minhas roupas queridinhas sempre são as mais fresquinhas. No momento to amando muito uma camiseta branca com um nó na frente que me salva do derretimento.

Qual dos seus esmaltes são mais divos, marca e cor?
Iiiiih, salve raras exceções meus esmaltes se resumem em pretos e alguns tons de vermelho, e acho que todos eles são da Risqué ou da Impala.

Short ou saia? Por quê?
Short. Porque eu sou um boy e não gosto de ficar me preocupando com detalhes técnicos obrigatórios no uso de saias.

Cabelo liso ou cacheado?
Liso, porque meu cabelo não pega cachos nem sob tortura.

Salto ou sapatilha?
Sapatilha, daquelas beeeeeem confortáveis.

Brigadeiro ou sorvete?
Brigadeiro, de preferência saindo da panela.

Doce ou salgado?
Depende, mas acho que se tivesse que escolher só um, para todo o sempre, escolheria salgado. Não garanto dar a mesma resposta amanhã.

Como você define seu estilo?
Sou básica e prezo muito pelo meu conforto.

Você é o tipo de mulher consumista ou só compra o básico?
Se eu tiver opção, consumista.

Você se considera vaidosa?
Não. Não tenho problemas em viver sem maquiagem, meu cabelo vê salão uma ou duas vezes por ano e só pra ajeitar o corte… acho que já fui mais vaidosa, hoje em dia sou muito tranquila.

Minhas indicações:
Eu suspiro
Chez B
Minha vida em SP
Pequena jornalista
Blog Refúgio
Yellow ever shine
Livros e fatos
Eis a questão

Regras:
Responder todas as perguntas;
Indicar no mínimo onze blogs com menos de 500 seguidores para responder a tag; (ignorei essa regra)
Colocar o selo da tag (feito por você, não vale plágio);
Colocar o link do blog/nome de quem te indicou.

TAG: 7 coisas

A Kat me indicou pra essa TAG faz um tempão e, mesmo bem atrasada, meu fraco pro tags me fez vir responder.

7 coisas pra fazer antes de morrer

1. Viajar pelo mundo
2. Morar um tempo fora
3. Ser a melhor psicóloga/professora de psicologia que eu puder
4. Ser mãe
5. Aprender a tocar violão
6. Ler o maior número possível de livros
7. Falar inglês e francês fluente e poder enrolar mais umas 2 ou 3 línguas.

7 coisas que mais falo

1. Então
2. Tipo
3. Assim
4. Sério?
5. Uhum
6. To com sono
7. To com vontade de comer [insira aqui uma gordice]

7 coisas que faço bem

1. Presentear
2. Cupcake de churros
3. Comer pizza/pastel
4. Cafuné (fontes seguras me falaram isso)
5. Minhas unhas
6. Decorar letra de música
7. Massagem (fontes seguras me falaram isso também)

7 coisas que me encantam

1. O nascer e o pôr do sol
2. Bebês
3. Gentilezas
4. Dança
5. Livrarias
6. França
7. Amor

7 coisas que não gosto

1. Injustiça
2. Falsidade
3. Violência
4. Desrespeito
5. Comidas ruins (caju, fígado e ervilha) x)
6. Calor
7. Atrasos

7 blogs pra responder essa TAG

1. Pequena Jornalista
2. Blog Refúgio
3. Chez B
4. Minha vida em SP
5. Digavando
6. Kellen Loyola Blog
7. Na nossa vida