Discípula secreta

Em 2016 nasceu o grupo Discípulas de Carrie que me permitiu conhecer muita gente querida. No final do ano decidimos fazer um amigo secreto, no qual trocaríamos cartas e mimos opcionais.

Fiquei muito surpresa quando vi que eu tinha tirado a Kaka, já que no ano anterior ela também foi minha amiga secreta (no grupo As Blogueiras e o Carteiro).

Quem me tirou foi a Juju e eu recebi um pacotinho cheio de fofura. ❤

Recebi um cartão de natal, uma cartinha fofa, um livro com listas de músicas de um monte de gente legal e a lista das músicas queridinhas da Juju que eu tenho que ouvir.

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Adorei tudo, Juju! Muito muito muito obrigada!

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Como eu era antes de você

Demorei, mas comecei a ler Jojo Moyes. O primeiro livro da autora que peguei foi Como eu era antes de você e, sério, eu não estava preparada.

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No livro, Will é rico, bonito, inteligente e bem sucedido, mas fica tetraplégico após um acidente e isso o faz não ver mais sentido na vida. Aí entra Louisa Clark, uma jovem sem grandes ambições na vida, que mora com a família, namora Patrick há anos e cai de paraquedas como cuidadora de Will, após ser demitida do café onde trabalhava.

Eu li o livro sem saber de absolutamente nada da história. Quer saber? Foi a melhor coisa. Só ouvia as pessoas dizendo que era um livro maravilhoso e terminou superando muito minhas expectativas.

Os personagens são bem reais e vão nos cativando aos poucos. Foi fácil entender o comportamento de Will, embora não seja tão simples aceitar suas escolhas. O livro fala sobre família, relacionamentos e, acima de tudo sobre amor, o amor em suas variadas formas, belezas e dificuldades.

Como eu era antes de você é um livro lindo, intenso e me fez chorar rios! Sério, não lembro a última vez que um livro mexeu tanto comigo. Agora to esperando ansiosa por Depois de você pra chorar um pouco mais.

Como eu era antes de você

“Alguns erros… apenas tem consequências maiores que outros.
Mas você não precisa deixar que aquela noite seja aquilo que define quem é.”

Rubel

Depois de muito tempo, resolvi que era hora de voltar a falar de música por aqui.

Acho que já comentei que tenho um probleminha quando gosto muito de uma música (ou disco), deixo no repeat até enjoar – ou até outra música viciante atravessar meu caminho. As pessoas que andam muito comigo não ficam especialmente felizes, maaaas… fazer o que, né?!

Foi assim desde a primeira vez que ouvi Rubel. Quando bate aquela saudade apareceu no meio de uma playlist e foi amor (e vários dias no repeat). Daí ouvi Ben, que também me encantou, e resolvi que era hora de conhecer melhor Rubel e o disco todo.

Pearl é um disco delicioso, leve e curtinho, um carinho pros ouvidos.

Espero que gostem. (;

My Mad Fat Diary

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Rae Earl tem 16 anos e acaba de sair de um hospital psiquiátrico. No caminho de volta para a casa de sua mãe, em Lincolnshire, Rae encontra Chloe – uma antiga amiga – que acabou de entrar para um novo grupo e a convida para encontrá-los no bar. É aí que Rae conhece a turma e a história começa a acontecer.

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Os personagens são incríveis, porque estão todos longe da perfeição. No hospital, Rae tem dois amigos, Tix e Dany, ambos ótimos (Tix ganhou meu coração & lágrimas). Na turma, meus queridinhas foram Archie ❤ e Finn ❤ (e Finn e Finn e Finn), também gostei de Izzy, ri muito com Chop e, apesar de ter muito abuso da Chloe algumas vezes, gostei dela também.

Meus queridinhos:

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Tix ❤ jogando umas verdades na cara de Rae.
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Archie ❤
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❤ Finn ❤

My Mad Fat Diary se passa na década de 1990 e mostra a rotina de Rae, uma adolescente obesa, que se considera louca, mas na verdade é só louca por música e por garotos, escreve tudo no seu diário e tem grandes dificuldades em se aceitar. Rae não se sente à vontade consigo, nem com o mundo, tem grandes problemas com a mãe e uma relação difícil com seu terapeuta, Dr. Kester (que está longe da “normalidade”, mas é incrível). Durante todas as sessões de Rae com Kester fiquei pensando o que eu faria como terapeuta, porque infelizmente o problema de Rae é mais comum do que parece.

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Mas daí as coisas realmente começam a acontecer e – eu estou me controlando muito para não dar nenhum spoiler – só posso dizer que é incrível! É maravilhoso acompanhar a evolução da trama, dos personagens e especialmente a evolução de Rae.

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Embora os assuntos tratados na série sejam super sérios, eu dei muitas, muitas, MUITAS risadas! Além dos personagens e da história, duas coisas chamaram bastante minha atenção:
1. a trilha sonora com Oasis, Radiohead, Massive Atack, Blur, Portishead, dentre outras maravilhas da década de 90;
2. as cenas com desenhos.

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Deixa eu só dar mais uma ênfase ao assunto: My Mad Fat Diary é a série com a melhor trilha sonora da história. As músicas foram me ganhando desde o primeiro episódio, mas depois que tocou Glory Box, não havia mais nada a ser dito. Melhor trilha sonora pra sempre e isso não é discutível.

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My Mad Fat Diary foi lançada em 2013 e tem uma linguagem BEM adolescente, tratando de um assunto BEM sério. Foram ao ar 3 temporadas, somando 16 episódios, cada um com uma média de 45 minutos. A série foi encerrada em 2015 e, pra mim, não ficou devendo nada, só deixou saudade.

MMFD

 

Auggie & Eu

Já leu Extraordinário? Se não leu, faça-se um favor: levante e vá na livraria mais próxima. Prometo que não vai ser arrepender! Ah, e volta assim que terminar, por favor. (;

Pronto, agora que você já leu Extraordinário, vamos falar sobre Auggie Pullman, mais especificamente sobre Auggie & Eu.capa

Com a mesma linguagem deliciosa de Extraordinário, R. J. Palacio traz em Auggie & Eu três histórias que acontecem paralelas a história contada no primeiro livro, como um complemento a tudo que a gente já sabia sobre Auggie, Julian, Summer, Jack, Sr. Buzanfa e os demais personagens. auggie2

O livro é dividido em três partes. A primeira, O capítulo do Julian, conta a vinda de Auggie para a Beecher Prep pelo ponto de vista do Julian, e eu que achei ele tão irritante em Extraordinário, terminei esse capítulo com uma visão totalmente diferente do garoto. A segunda parte é chamada Plutão e é narrada por Chris, o primeiro amigo de Auggie. A última história, Shingaling, é narrada por Charlotte, a terceira integrando do “comitê de boas-vindas” do Auggie da escola.auggie3

O livro é lindo e acredito que não tinha como não ser. Ele também fala sobre gentileza e mostra que nem sempre as coisas são tão simples, “preto no branco”. O capítulo Julian tá aí pra dar uns tapinhas em todo mundo que viu o Julian apenas como um menino detestável no primeiro livro, afinal, como leitor, foi fácil tomar as dores do Auggie. Falando nisso, dentre as três, O capítulo Julian foi a minha história preferida. Quis dar um abraço em Julian no final, mas como não deu, abracei o livro ao terminar a última página, assim como fiz ao terminar Extraordinário. Sério, Palacio tem uma escrita maravilhosa! Queria dar um abraço nela pra agradecer a oportunidade de ler livros tão lindos. auggie

“Um erro não define quem você é (…). Entende?
Você pode simplesmente fazer a coisa certa na próxima vez.”

 

Mosquitolândia

Em Mosquitolândia, David Arnold conta a estória de Mim Malone, uma adolescente cheia de “esquisitices”, que após o divórcio dos pais precisa se mudar para o Mississipi com o pai e a madrasta. Logo depois da mudança, Mim descobre que sua mãe está doente e resolve fugir para encontrá-la. Com 1.524 km pela frente, Mim entra num ônibus e tudo começa a acontecer. FullSizeRenderTodos os temas tratados no livro tem uma certa densidade. Mosquitolândia está longe de ser um livro leve, mas a estória é fantástica! O livro trata de vários temas, desde tratamento medicamentoso para uma adolescente com sintomas de psicose, passando por questões familiares, depressão, amizades, paixão, síndrome de Down… até abuso sexual.
FullSizeRender (1)O autor fala algumas coisas que eu discordo, mas isso não interferiu na leitura. Ao terminar a última página, pensei em como as pessoas possuem o hábito de julgar as outras e como, em grande parte das vezes, as pessoas não fazem ideia do que estão fazendo. Mim é obrigada a enfrentar seus próprios demônios durante o trajeto até sua mãe e acaba por redefinir vários conceitos. Aí levei uns tapinhas na cara e a chance de repensar alguns conceitos (e atitudes) também, e por isso fica aqui minha indicação de Mosquitolândia.Mosquitolandia

CosmoTag: 5 livros, séries e filmes pra 2016

Feliz 2016, pessoas! (;

Já vou começar o ano novo com CosmoTag, porque os temas de janeiro das Discípulas de Carrie estão demais! É super comum rolar um planejamento no final/começo do ano, mas nessa troca de 2015 pra 2016, não fiz nada, nadinha (como falei no último post), então vou fazer meu primeiro planejamento real para esse ano que chegou, que consiste em 5 livros que vou ler, 5 séries e 5 filmes que vou assistir.

Livros

1. Mosquitolândia
Ganhei Mosquitolândia de presente no meu aniversário e o livro me ganhou pela capa (pra variar). Em breve tem resenha dele por aqui.

2. Morangos Mofados
Depois de tanto ler pequenos trechos e textos de Caio Fernando Abreu, resolvi criar vergonha na cara e comprar um livro dele. Morangos Mofados tem uma capa linda (então, né?!), daquelas que te convidam pra leitura com uma xícara de café.

3. Auggie & Eu
Quem leu Extraordinário deve ter ficado tão louco quanto eu, ao saber que R. J. Palacio lançou um livro com três histórias paralelas a de Auggie. Assim que vi, trouxe pra casa e, bem, a resenha dele sai ainda esse mês.

4. A garota no trem
Tava fazendo uma feira no site da amazon e fiquei super curiosa com a história desse livro. Depois de ter colocado e tirado do carrinho 3 vezes, ele veio e tá ali na estante me esperando.

5. O dia do Curinga
Li O dia do Curinga na adolescência e adorei. Foi indicação de uma colega da escola – que me emprestou na época – e virou um dos meus livros preferidos. 10 anos depois, resolvi ter um pra chamar de meu e ver o efeito dele na minha versão adulta. Vai ter resenha sim. Quando? Não sei.IMG_5103

Filmes

1. Quem é você, Alasca?
Como não estar louca por esse filme depois de ler o livro?

2. Os 8 odiados
Porque é Tarantino.

3. Como eu era antes de você
Comecei o livro hoje e todo mundo fala muito bem da Jojo.

4. Alice através do espelho
Chapeleiro ❤

5. Star Wars: Episódio VIII
Me esperem na pré-estréia.

Séries

Enquanto escrevo, meu uTorrent está trabalhando nos primeiros episódios de:

1. My mad fat diary
Alguém postou uma cena dessa série no facebook e fiquei muito interessada no assunto. Virou torrent.

2. The Blacklist
Metade das pessoas que eu conheço ficam falando que é sensacional e que eu preciso ver e que é muito boa… enfim, virou torrent também.

3. Downton Abbey
A Kaka e a Bru vivem falando sobre essa série no whatsapp e eu demorei, mas me rendi. Vai ter Downton Abbey sim.

4. Daredevil
Marvel, né? Que mais precisa ser dito?

5. House of Cards
Mesmo motivo do item 2. As pessoas precisam parar de me indicar séries. Sério, gente, como vou me formar assim? IMG_5104

E aí? Quais livros, filmes e séries vocês tão se prometendo pra 2016?11230605_925443270811805_1188031399676317210_o

Restrospectiva 2015

Que título brega. Eu sei, mas não consegui pensar em nada melhor.

Acontece que o ano foi acabando, acabando… quando vi: 31 de dezembro e eu não fiz nada do que normalmente faço antes de terminar um ano. Jogar papéis fora? Não. Arrumar o quarto? Não. Planejamento para o ano que vai chegar? Não. Comprar roupa pra virada? Não. Post pro blog? Não. Podem perguntar qualquer coisa, é quase certo que a resposta será não.

Daí fui fazer uma retrospectiva mental de 2015, porque até então eu estava esculhambando muito esse ano e, coitado, ele não merece.

2015 começou com muita chuva, me fazendo adiar o mergulho que é lei todo dia 1º de janeiro. Acho que a praia só me viu lá pelo dia 3, mas teve mergulho pra lavar até a alma. Em seguida peguei o primeiro avião com destino à felicidade: fui pra São Paulo ver Foo Fighters. Eu posso acabar esse post aqui, porque esse show já valeu a vida, mas não, teve mais.

Em 2015 eu comecei a atender como estagiária de Psicologia, consegui definir o tema do meu TCC e fazer o projeto sem grandes problemas, voltei pra análise, fui pra congressos apresentar pesquisas, conheci Campina Grande (só pra dizer que conheci algum lugar novo), voltei em SP, quis ficar lá pra sempre e morri de frio (não estou reclamando).

Comecei 2015 ganhando vários kgs, mas os perdi durante o ano e acabei no 0x0 com a balança. Comi muita gordice, tomei muitos cafés, tive companhias maravilhosas, troquei muitos abraços, lembro de muitos risos e poucas lágrimas. Dancei, apresentei meu primeiro solo, parei de dançar (insira aqui as lágrimas), me matriculei na academia (pode acreditar), trouxe novas plantinhas pra casa, tomei boas cervejas, vi séries e li livros, claro.

Em 2015, eu, a Kaka, a Lola e a Bru, criamos o grupo Discípulas de Carrie, que hoje está repleto de gente linda. ❤

Então vamos ao que eu realmente queria contar pra vocês (esse post vai ficar imenso, desculpa). Esse ano comecei 10 séries novas, mas só amei cinco.
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How to get away with murder, Jessica Jones, Sense8, Orphan Black e Penny Dreadful ganharam meu coração. Mesmo. Orphan Black e Penny Dreadful ainda estão sendo assistidas (calma lá, o dia só tem 24h), mas já têm um lugarzinho especial pra chamar de seu no meu coração.

Também comecei Gossip Girl, Orange is the new black, Breaking Bad, Sherlock e Vikings. Mas nenhuma delas ganhou meu amor verdadeiro (ainda). Vamos ver se elas conseguem mudar isso no ano que vem (sim, vai rolar uma segunda chance).

Melhor série vista esse ano? Gilmore Girls. Resolvi rever a série e morri de amor. Dentre as novas, How to get away with murder.

Agora vamos aos livros. Estabeleci a meta de 20 livros pra 2015 e foi uma das únicas metas que consegui cumprir, na verdade, passar. Foram 31.

Comecei o ano com Alta Fidelidade e estou terminando com Paixão Crônica da Martha Medeiros. Dentre tantos livros que adorei, os que mais me prenderam/marcaram foram esses aqui:

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Melhor livro lido em 2015? Arrisco dizer que foi A verdade sobre o caso Harry Quebert, com medo de estar desmerecendo alguma outra leitura incrível. Sério, foram muitos livros bons.

Já tenho vários livros novos na estante me esperando, mas isso vai ser assunto para outro post. Ano que vem.

E aí acabou. Acabou o ano, acabaram as frustrações por tudo que não deu certo, acabaram as expectativas, e ficou só gratidão por tudo que foi lindo e o desejo que a gente possa respirar fundo e manter nossa fé no mundo e nas pessoas, pra fazer de 2016 um ano lindo.

Obrigada a todos vocês que passam por aqui e feliz ano novo, pessoas! Desejo pra vocês um ano cheio de gente querida, de abraços sinceros, de amores, afetos, olhos brilhando e leveza pra alma. O resto a gente dá um jeito. (;

Star Wars: O Despertar da Força

Eu deveria ter feito esse post ontem, mas fiquei enrolando porque não sei o que dizer a não ser: que filme foda!


Fui assistir o sétimo Star Wars na pré-estréia, cheia de expectativas. Quando cheguei fiquei feliz por saber que eu era só mais uma com camiseta do Vader, no meio de vários jedis e  até uma moça com um BB8 no colo. ❤

Sem dar spoilers, o que eu posso dizer é que o filme é fantástico! Dei várias risadas, falei vários UOOOU‘s com olhinhos brilhando e tive um grande sofrimento (essa coisa de não dar spoiler é complicada). Vale a pena cada segundo e, pra mim, valeu apostar no 3D. Tem duas cenas (com naves) que ficaram MUITO legais em 3D.

No Despertar da Força me apaixonei perdidamente pelo BB8 e já quero um pra chamar de meu. O que óbviamente não muda em nada meu amor pelo R2-D2. Meu coração é grande e tem espaço para todos os robôs fofos da história (wall-e tá aí pra comprovar).


Minha única crítica ao filme é em relação ao ator que faz Kylo Ren. Ele tem cara de fuinha e me lembrou muito o professor Snape de Harry Potter (numa versão mais jovem). Amigo, segue meu conselho e não tira mais essa máscara, tá?!

mini-spoiler a seguir:


Essa foi uma das minhas cenas preferidas do filme. Senti falta de uma menção direta ao Yoda também. Acho que no Despertar da Força, o lado negro não está nos seus melhores dias e que Kylo Ren não está fazendo juz ao legado deixado por Vader. Mas vamos esperar e ver o que acontece no Episódio VIII.

Alguém aí já viu o filme e quer conversar comigo sobre as coisas-que-não-posso-dizer-aqui-pra-não-dar-spoiler? (;

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Desapareci porque o fim do período foi intenso. Desapareci porque estava escrevendo tanto sobre psicologia, que não queria escrever mais nada.

Desde a última vez que passei por aqui:

1. Criei um projeto no instagram (inspirada na Lola) chamado #27paraos27. Se não está claro, faço 27 anos (dia 28 de dezembro) e resolvi registrar os acontecimentos dos 27 dias que precedem essa data maravilhosa.

2. Comi muita gordice (tudo registrado pelo projeto que falei no item 1). 
3. Trouxe alguns novatos pra casa e resolvi relembrar meu amor por Foo Fighters (enquanto fazia uma super faxina).

 
4. Tentei deixar as leituras não acadêmicas em dia, eu e meu café. 5. Fiquei de férias o/

6. Assisti Jessica Jones e estava devorando Orphan Black.

7. Comprei meu ingresso pra pré-estréia de Star Wars. 😀

8. Meu computador quebrou (muitas lágrimas) e esse deve ser o primeiro post que faço pelo celular.

Se eu sumir de novo, o item 8 explica (essa coisa de fazer post pelo celular é estranha), mas não pretendo desaparecer porque:
1. preciso vir contar quem me tirou no amigo secreto das Discípulas de Carrie;
2. Dia 18 vou precisar contar pro mundo o que achei do novo Star Wars.

ainda tem post antes do Natal, nem que eu venha só lamentar a morte do meu pc e desejar boas festas pra vocês, tá?! *;