Restrospectiva 2015

Que título brega. Eu sei, mas não consegui pensar em nada melhor.

Acontece que o ano foi acabando, acabando… quando vi: 31 de dezembro e eu não fiz nada do que normalmente faço antes de terminar um ano. Jogar papéis fora? Não. Arrumar o quarto? Não. Planejamento para o ano que vai chegar? Não. Comprar roupa pra virada? Não. Post pro blog? Não. Podem perguntar qualquer coisa, é quase certo que a resposta será não.

Daí fui fazer uma retrospectiva mental de 2015, porque até então eu estava esculhambando muito esse ano e, coitado, ele não merece.

2015 começou com muita chuva, me fazendo adiar o mergulho que é lei todo dia 1º de janeiro. Acho que a praia só me viu lá pelo dia 3, mas teve mergulho pra lavar até a alma. Em seguida peguei o primeiro avião com destino à felicidade: fui pra São Paulo ver Foo Fighters. Eu posso acabar esse post aqui, porque esse show já valeu a vida, mas não, teve mais.

Em 2015 eu comecei a atender como estagiária de Psicologia, consegui definir o tema do meu TCC e fazer o projeto sem grandes problemas, voltei pra análise, fui pra congressos apresentar pesquisas, conheci Campina Grande (só pra dizer que conheci algum lugar novo), voltei em SP, quis ficar lá pra sempre e morri de frio (não estou reclamando).

Comecei 2015 ganhando vários kgs, mas os perdi durante o ano e acabei no 0x0 com a balança. Comi muita gordice, tomei muitos cafés, tive companhias maravilhosas, troquei muitos abraços, lembro de muitos risos e poucas lágrimas. Dancei, apresentei meu primeiro solo, parei de dançar (insira aqui as lágrimas), me matriculei na academia (pode acreditar), trouxe novas plantinhas pra casa, tomei boas cervejas, vi séries e li livros, claro.

Em 2015, eu, a Kaka, a Lola e a Bru, criamos o grupo Discípulas de Carrie, que hoje está repleto de gente linda. ❤

Então vamos ao que eu realmente queria contar pra vocês (esse post vai ficar imenso, desculpa). Esse ano comecei 10 séries novas, mas só amei cinco.
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How to get away with murder, Jessica Jones, Sense8, Orphan Black e Penny Dreadful ganharam meu coração. Mesmo. Orphan Black e Penny Dreadful ainda estão sendo assistidas (calma lá, o dia só tem 24h), mas já têm um lugarzinho especial pra chamar de seu no meu coração.

Também comecei Gossip Girl, Orange is the new black, Breaking Bad, Sherlock e Vikings. Mas nenhuma delas ganhou meu amor verdadeiro (ainda). Vamos ver se elas conseguem mudar isso no ano que vem (sim, vai rolar uma segunda chance).

Melhor série vista esse ano? Gilmore Girls. Resolvi rever a série e morri de amor. Dentre as novas, How to get away with murder.

Agora vamos aos livros. Estabeleci a meta de 20 livros pra 2015 e foi uma das únicas metas que consegui cumprir, na verdade, passar. Foram 31.

Comecei o ano com Alta Fidelidade e estou terminando com Paixão Crônica da Martha Medeiros. Dentre tantos livros que adorei, os que mais me prenderam/marcaram foram esses aqui:

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Melhor livro lido em 2015? Arrisco dizer que foi A verdade sobre o caso Harry Quebert, com medo de estar desmerecendo alguma outra leitura incrível. Sério, foram muitos livros bons.

Já tenho vários livros novos na estante me esperando, mas isso vai ser assunto para outro post. Ano que vem.

E aí acabou. Acabou o ano, acabaram as frustrações por tudo que não deu certo, acabaram as expectativas, e ficou só gratidão por tudo que foi lindo e o desejo que a gente possa respirar fundo e manter nossa fé no mundo e nas pessoas, pra fazer de 2016 um ano lindo.

Obrigada a todos vocês que passam por aqui e feliz ano novo, pessoas! Desejo pra vocês um ano cheio de gente querida, de abraços sinceros, de amores, afetos, olhos brilhando e leveza pra alma. O resto a gente dá um jeito. (;

2014/2015

E chegamos ao último post do ano. Eu não pretendia fazer uma retrospectiva, não pretendia fazer grandes resoluções, eu não pretendia fazer um monte de coisas, mas eu fiz.

Em 2014: criei esse blog, bati meu recorde de leituras anuais, entreguei meu coração – e meu tempo – para mais algumas séries (alô Game Of Thrones), comecei um negócio, ganhei pessoas maravilhosas, dei alguns passos pra frente e foi isso.

Em 2014: morri de raiva do final de True Blood (fato muito importante que ficará marcado para o resto da minha vida – drama), vi bem menos filmes do que gostaria, saí de um negócio, perdi pessoas – e acho que no caminho me perdi um pouco também -, não cumpri minhas resoluções, fui menos a praia do que queria, pratiquei menos yoga do que devia, deixei de fazer milhares de coisas que desejava, tive um monte de problemas de saúde e um desestímulo generalizado.

Notem, 2014 não foi dos melhores. Pedi um 2014 leve e doce, só que alguém entendeu tudo errado. O ano foi doce demais, mas no sentido errado, digamos que foi o ano do açúcar, e foi tão leve que… as coisas não aconteceram, simplesmente passaram. Alguém lá em cima – definitivamente – não captou minha linha de pensamento. 

falta tempoEm 2014 eu abdiquei de coisas essenciais, deixei o tempo faltar, deixei a vida sobrar e por isso to escrevendo isso aqui, pra registrar que 2015 não vai ser assim. O que eu desejo pra mim nesse ano novo, desejo também pra você. Desejo que em 2015 a gente faça acontecer, que a gente saiba valorizar o tempo e priorizar a vida, que a gente ame tanto, que esse amor saia pelos poros, que a gente olhe mais nos olhos, que a gente ria tanto que as bochechas e a barriga fiquem doendo, que as lágrimas sejam poucas, que o brilho nos olhos seja muito, que seja um ano iluminado, que a gente consiga se importar com o que realmente importa, com quem realmente merece.Desejo que em 2015 a gente seja, que a gente viva, que a gente se entregue de corpo e alma e que sejamos recompensados por isso, ganhando o privilégio de aproveitar essas coisas pequenas e simples, as mais bonitas da vida. Em 2015 vamos nos permitir, fazer nossa pequena parte para que o mundo todo possa ser melhor, que a gente tenha a chance de fazer de 2015 um ano realmente novo, com menos se, menos mas e mais mais.

Que 2015 venha trazendo muita saúde, muita paz, felicidade, boas energias, leveza pra alma, doçura nos atos, mais fé nas pessoas e em um mundo melhor, sorrisos sinceros, muito amor e muitos abraços, como o que eu queria dar agora em você que tá lendo isso aqui.