Star Wars: O Despertar da Força

Eu deveria ter feito esse post ontem, mas fiquei enrolando porque não sei o que dizer a não ser: que filme foda!


Fui assistir o sétimo Star Wars na pré-estréia, cheia de expectativas. Quando cheguei fiquei feliz por saber que eu era só mais uma com camiseta do Vader, no meio de vários jedis e  até uma moça com um BB8 no colo. ❤

Sem dar spoilers, o que eu posso dizer é que o filme é fantástico! Dei várias risadas, falei vários UOOOU‘s com olhinhos brilhando e tive um grande sofrimento (essa coisa de não dar spoiler é complicada). Vale a pena cada segundo e, pra mim, valeu apostar no 3D. Tem duas cenas (com naves) que ficaram MUITO legais em 3D.

No Despertar da Força me apaixonei perdidamente pelo BB8 e já quero um pra chamar de meu. O que óbviamente não muda em nada meu amor pelo R2-D2. Meu coração é grande e tem espaço para todos os robôs fofos da história (wall-e tá aí pra comprovar).


Minha única crítica ao filme é em relação ao ator que faz Kylo Ren. Ele tem cara de fuinha e me lembrou muito o professor Snape de Harry Potter (numa versão mais jovem). Amigo, segue meu conselho e não tira mais essa máscara, tá?!

mini-spoiler a seguir:


Essa foi uma das minhas cenas preferidas do filme. Senti falta de uma menção direta ao Yoda também. Acho que no Despertar da Força, o lado negro não está nos seus melhores dias e que Kylo Ren não está fazendo juz ao legado deixado por Vader. Mas vamos esperar e ver o que acontece no Episódio VIII.

Alguém aí já viu o filme e quer conversar comigo sobre as coisas-que-não-posso-dizer-aqui-pra-não-dar-spoiler? (;

EU MAIOR

Estou desesperada atrás do tema da minha monografia. Tenho destinado cada minuto livre da minha vida pra pesquisar e pesquisar e pesquisar. Daí que no meio de tantas pesquisas e tantas leituras, o filme EU MAIOR pulou na minha frente. Eu já estava tão cansada de não achar o tema, que resolvi dar uma pausa na busca e relaxar vendo o filme. Não podia ter feito escolha melhor.

EU MAIOR traz uma reflexão sobre autoconhecimento e a busca da felicidade. São feitas entrevistas com pessoas de diversas áreas passando por políticos, médicos, artistas, líderes espirituais, psicólogos, entre outras profissões. Vale a pena ver cada minuto e ouvir cada resposta. Eu gostei demais e em diversos momentos senti uns tapas na cara, desses que a gente precisa mesmo levar de vez em quando.
Se te interessou, é só dar o play!

E antes de voltar pra pesquisa sobre meu tema de monografia, queria saber: o que é felicidade pra você? O que faz você feliz?

Reflections of a skyline

Não sei se já falei por aqui, mas eu adoro curtas. ADORO, mesmo. Quando ia pro cinema ver os filmes da Pixar, era a pessoa mais feliz e ansiosa pelos curtas que eles sempre mostravam. Daí que a pessoa cresce e descobre que existe vida além da Pixar (entenda: além da pixar sim, sem pixar não), e começa a assistir curtas pela internet como se não houvesse amanhã. Depois de anos de experiência e uma longa lista de curtas vistos, elegi meu curta favorito que é meu favorito há tanto tempo, que cheguei a conclusão que esse título é irrevogável.

Reflections of a Skyline foi lançado aqui no Brasil em 2008, e deve ter sido nessa época que eu vi pela primeira vez. 2014 está correndo para o fim e eu continuo adorando e sentindo toda vez que o (re)assisto, com a diferença que agora eu sei as falas decoradas. Dirigido por Michael Tamman e Richard Jakes, o curta britânico fala sobre o amor. Ponto. Simples assim. O texto é fantástico, os atores são ótimos e a trilha sonora casa perfeitamente. Gente, sério… é muito amor concentrado em menos de 6 minutos de filme. Vale cada segundo. Juro.

Bom filme. =*