EU MAIOR

Estou desesperada atrás do tema da minha monografia. Tenho destinado cada minuto livre da minha vida pra pesquisar e pesquisar e pesquisar. Daí que no meio de tantas pesquisas e tantas leituras, o filme EU MAIOR pulou na minha frente. Eu já estava tão cansada de não achar o tema, que resolvi dar uma pausa na busca e relaxar vendo o filme. Não podia ter feito escolha melhor.

EU MAIOR traz uma reflexão sobre autoconhecimento e a busca da felicidade. São feitas entrevistas com pessoas de diversas áreas passando por políticos, médicos, artistas, líderes espirituais, psicólogos, entre outras profissões. Vale a pena ver cada minuto e ouvir cada resposta. Eu gostei demais e em diversos momentos senti uns tapas na cara, desses que a gente precisa mesmo levar de vez em quando.
Se te interessou, é só dar o play!

E antes de voltar pra pesquisa sobre meu tema de monografia, queria saber: o que é felicidade pra você? O que faz você feliz?

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Riot on an empty street

Conheci o Kings of Convenience de uma forma inusitada. Tava almoçando com uma amiga e começou a tocar uma música linda. Peguei o celular, abri o Shazam e PAM! Descobri o Riot on an empty street que foi baixado assim que cheguei em casa. Foi amor à primeira nota.
O disco é leve, tranquilo e gostoso de ouvir. Um carinho pros ouvidos.

Então fica a sugestão pra trilha sonora do fim de semana – e pra toda a semana, no meu caso -. Minha música preferida é a última, The Build-Up, que toca no repeat com frequência por aqui.

=*

amarello amor

Em 2012 eu assisti pela primeira vez esse vídeo que fez meu coração bater mais forte. Com direção de João Simi, atuação, texto e locução de Carolina Ferraz, o vídeo feito para a 8ª edição da revista Amarello ficou lindo demais e eu já assisti tantas vezes que perdi a conta. Vale a pena cada segundo e cada detalhe, juro.

O que existe além do que já foi dito sobre amor? Toda minha vida é pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou marcado em minha pele. 

Todos nós carregamos conosco uma história, aquela que só nos atrevemos a lembrar quando durante a noite, no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem. Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido, percebemos que amor igual não há, e que aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda. Não é doença e nem obsessão, aliás não há nada, só amor, amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas, daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.

Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor e, quem sabe, ter a sorte de ser correspondido? Que vida vale a pena sem amor? Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só amor transcende, purifica, enlouquece, cura, invade e permanece, liberta e aprisiona. Quando acontece é um som grave que penetra, invade e permanece. Não compliquem, nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale, pois o resto são bobagens, meninos, bobagens.

Canções de apartamento

Conheci Cícero na aula de dança e vou dizer, foi amor a primeira nota. Fui ouvindo, me apaixonando e pedindo pro Shazam me contar que coisa linda era aquela. Foi assim que descobri o disco Canções de Apartamento, a trilha sonora de hoje.

Eu tenho três músicas preferidas nesse disco: Açúcar ou adoçante, Ensaio sobre ela e Pelo Interfone, mas além das minhas queridinhas, escuto o cd todo sem pular nenhuma, porque é muitamô junto num disco só. Tempos atrás, na época que o twitter bombava, eu tinha uma série de posts que chamava de “carinho pros ouvidos“, se eu ainda fosse moça do twitter, certeza que essas músicas já teriam aparecido por lá. É muito carinho, gente.

Dá o play e relaxa que hoje é sábado. =*

Reflections of a skyline

Não sei se já falei por aqui, mas eu adoro curtas. ADORO, mesmo. Quando ia pro cinema ver os filmes da Pixar, era a pessoa mais feliz e ansiosa pelos curtas que eles sempre mostravam. Daí que a pessoa cresce e descobre que existe vida além da Pixar (entenda: além da pixar sim, sem pixar não), e começa a assistir curtas pela internet como se não houvesse amanhã. Depois de anos de experiência e uma longa lista de curtas vistos, elegi meu curta favorito que é meu favorito há tanto tempo, que cheguei a conclusão que esse título é irrevogável.

Reflections of a Skyline foi lançado aqui no Brasil em 2008, e deve ter sido nessa época que eu vi pela primeira vez. 2014 está correndo para o fim e eu continuo adorando e sentindo toda vez que o (re)assisto, com a diferença que agora eu sei as falas decoradas. Dirigido por Michael Tamman e Richard Jakes, o curta britânico fala sobre o amor. Ponto. Simples assim. O texto é fantástico, os atores são ótimos e a trilha sonora casa perfeitamente. Gente, sério… é muito amor concentrado em menos de 6 minutos de filme. Vale cada segundo. Juro.

Bom filme. =*